27 dezembro, 2006

Roktxu on the Holidays


O dear chiclete está literalmente a ultrapassar uma overdose de chocolates e de Last christmas, I gave you my heart.

O dear chiclete odeia o Natal. Nunca recebe o que pediu (o dear chiclete acha que as intenções não contam).

A Murphy agradece todos os votos de festas felizes que recebeu.

Despeço-me - sem animação - desejosa que chega quinta-feira para ir ao cinema.


22 dezembro, 2006

Eulogy

Hoje o dear chiclete está de luto.

Faleceu ontem (possivelmente anteontem) Jean-Michel Basquiat Lourenço, o hamster siberiano da querida amiga e colega Filipa (aka Samuelson- chiclete assídua), vítima de doença prolongada.
Basquiat foi adoptado pela família Lourenço aos 3 meses, tendo vivido depois 5 meses de plena harmonia e carinho.

Basquiat ficarás para sempre nos nossos corações.

Feliz Natal para todos os pets all around the world.


18 dezembro, 2006

Nostalgia - vol 2


Quando eu era pequenina (nada de piadas), era pouco esperta (nada de piadas).
Pensava eu, muito inocentemente:

- que quando se fechavam as pálpebras, os olhos rolavam para cima (e era por isso que deixavamos de ver);

- que quando desligava a televisão, o programa que estava a dar ficava no pause, à espera que eu voltasse para poder continuar;

- que Bryan Adams era só uma palavra (bryanadams);

- que existia uma pobre alma dentro das caixas de multibanco a dar o dinheiro e os talões (esta deve ser comum a milhares de crianças/burros);

- por fim, a minha preferida - que o Algarve era uma estância de férias gigante e que no final do Verão fechava.


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ESQUECI-ME da mais importante!!

Sabem aqueles silos que há na Av. Infante D. Henrique (a que passa pelo Lux) junto ao rio? Uns cilindros enormes de metal que servem para armazenar cereais. Quando era pequena, pensava que as pessoas iam lá todas de manhã, abriam uma torneirinha pequena na parte de baixo, punham lá uma tacinha e saía chocapic!



11 dezembro, 2006

How NOT to cook a potato

Aiii [suspiro] são coisas destas que me fazem ver que o mundo é bonito.



10 dezembro, 2006

8°C

Está um frio de rachar. Pareço o bonequinho da Michelin com tanta roupa que tenho vestida.

Saio para a rua com a Murphy e regresso com dois cubos de gelo no lugar das mãos e uma esfregona molhada (a Murph tem a mania que é a nova cadela-rã e que as poças de água são o novo place-to-be da comunidade jet 7 canina).

Mais uma vez... sou arrastada para o cinema para ver nada mais nada menos que a terceira aventura da adorável trilogia familiar Saw! Eu não queria, a sério. Juro. Ainda bem que levei um casacão. Passei 40% do filme a olhar para ele.

Estive a jogar Chicken Invaders. É deprimente, mas continuo a gostar.




05 dezembro, 2006

Most likely to be killed by gymmates

Sabem como os americanos fazem umas votações nos liceus para escolherem os mais qualquer coisa? Como por exemplo: most likely to be famous, most likely to end up in prison, most likely to succeed e por aí fora.

Ora, eu estive a pensar e cheguei à conclusão de que se me desse ao trabalho de falar com alguém no meu ginásio, rapidamente seria votada como Most likely to be killed by gymmates.
Tudo isto porque odeio todas as pessoas que frequentam o meu ginásio. Não é que elas sejam más ou mal educadas, simplesmente o facto de elas estarem à minha volta irrita-me. Ah, e é óbvio que nunca comuniquei com niguém.

A primeira coisa que faço, assim que lá chego, é dirigir-me à minha inimiga nº1: a passadeira (tapete, treadmill, como lhe quiserem chamar). Pior do que ter de correr durante 21 min (ah pois é, já corro 21!) é chegar lá, descobrir que todas as passadeiras estão ocupadas e que os 21 min vão ter de ser corridos depois de 20 min de cross (aquela coisinha em que se mexem as pernas e os braços ao mesmo tempo) e, potencialmente, 10 min de remo. Ora, se eu já sou mal disposta por natureza, quando tudo corre bem, imaginem como não fico perante este horror.

Passo agora a enunciar as principais situações geradoras da minha irritação:

- estar no remo e alguém sentar-se noutro remo ao meu lado;
- estar no remo, alguém sentar-se noutro remo ao meu lado e iniciar um movimento coordenado com o meu (tenho logo de abrandar e criar um ritmo diferente);
- ouvir os xxxxuuuuuuu (expirações profundas) dos homens, que, inevitavelmente, possuem braços demasiado musculados, camisolas demasiado justas e suam que nem pequenos cavalos (lanço-lhes logo um olhar mortífero - durante o qual abro intensamente as narinas);
- observar/ouvir os homens (sim, são os homens os principais causadores destas situações) que correm de tal forma rapidamente que fazem um barulho estrondoso de cada vez que os seus maravilhosos pés tocam na passadeira;
- ser ignorada pelas senhoras da recepção, que regularmente fingem não me ver a mim e ao meu metro e cinquenta e oito e demoram aaanos a dar-me dar as toalhas.

Como eu compreendo bem aquelas pessoas que de um momento para o outro se flipam e desatam aos tiros a alguém. Não é que eu vá fazer algo assim (espera-se). Mas, decididamente, o mundo não gira no mesmo sentido que eu.


PS: o meu carro veio da revisão limpinho por dentro e por fora. Não sabia que as jantes eram daquela cor.