30 março, 2008

These are my pals


Para não pensarem que o dear chiclete é altamente egocêntrico e que só gosta de falar sobre si próprio, tomámos a liberdade de inquirir aos amigos localizados no topo do nosso ranking da amizade o seguinte:

Diz-me uma coisa que ames comer. Rápido, sem pensar muito.

Obtivemos as seguintes respostas:

1 - chocolate
2 - tremoços
3 - chocolate
4 - brownie do burger king
5 - peixe bem grelhado
6 - chocolate
7 - massas com parmesão, alho e azeitonas pretas
8 - bacalhau com natas (sim, ele ama MESMO bacalhau com natas)
9 - cheetos
10 - chips ahoy aquecidas no microondas
11 - batatas fritas
12 - camarão
13 - queijo de azeitão
14 - gomas
15 - manga
16 - esparregado



Pois é, EU tenho amigos cujo alimentos preferidos são peixe BEM grelhado e chips ahoy AQUECIDAS no microondas. Rebolem-se de inveja!


27 março, 2008

Coisas que eu sempre soube que não ia ser


- Médica. O bem estar dos outros é uma coisa que geralmente não me passa muito pela cabeça. Não é egoísmo, é só que gosto mais de estar entretida... a ver televisão ou assim.

- Assistente Social. Não tenho muita paciência, nem sou espontaneamente simpática. Aliás, geralmente, quando é necessário distinguir-me das minhas irmãs, dizem ah sim, essa, a menos simpática.

- Economista. Kidding!... i hope.

- Boxeur. Nasci sem reflexos. Nos primeiros três anos de vida, esfolei tudo o que havia para esfolar na zona facial. Depois, lá fui desenvolvendo uns movimentos de braços e, a pouco e pouco, fui-me safando. É quase escusado dizer que baloiços, aquelas barras fantásticas para dar cambalhotas, escorregas e outras macacadas semelhantes eram território proibído.

- Jogadora de Basket. Eu até tinha jeito para driblar (estou mais perto do chão que o resto das pessoas). Para lançamentos é que...

- Professora. É que eu gosto tanto, cof*taaanto*cof de criancinhas, que só ia querer cof*brincar*cof com elas, esquecendo os deveres pedagógicos. Cof cof.




22 março, 2008

Potter Puppet Pals






Tragédias recentes


Tentei resolver um sistema de 3 equações. Não consegui. Segunda-feira, vou à católica devolver o meu diploma.

Cortei relações com a Murphy. Descobri que ela só me estava a usar para poder dormir nas almofadas da minha cama.

Tentei ver um grande clássico do cinema italiano (Morte em Veneza). Adormeci. Acordei. Adormeci outra vez (desta vez, já consciente do que estava a fazer).

Fui ao cinema ver The Other Boleyn Girl. Descobri que era uma novela mexicana e que a ScarScar não fica super bem com o cabelo extremamente liso e comprido.



18 março, 2008

E depois venham-me dizer que sou carrancuda


Porque é que o meu bilhete do parque de estacionamento tem de estar sempre inválido? Porque é que eu tenho de ficar mil horas à espera de que o sr. segurança regresse com um bilhete novo? Porque o sr. segurança se deixou estar quietinho num degrau à espera de chegar ao topo e não subiu as escadas rolantes rapidamente como devia? Porque é que a máquina engoliu e esqueceu a minha senha de desconto do parque? Porque é que a máquina não aceitou a minha nota de 5euros? Porque é que por causa disto tudo tive de pagar mais 15m de parque???

Aaaarrrrrgh.

É oficial, sou a pessoa com menos sorte do mundo.



17 março, 2008

Insatisfação, uma enfermidade dos meus dias


Chove.
O ar está frio.
A televisão está podre.
A internet estagnou.
Vivam as férias.
Ponto de exclamação.



12 março, 2008

Curiosidade mórbida


Resgatei um quase-post que comecei a escrever há uns tempos atrás...

O título: Cortar ou não cortar, eis a questão
O conteúdo: Eis o momento. Eis o dia em que eu perco todo o meu respeito próprio. Hoje, 6 de Fevereiro de 2008.


Parece sério. Perder todo o meu respeito próprio...epá! o que será que eu ia fazer?? Comprar um cd da beyoncé? Cortar o cabelo à rapaz e usar brincos compridões? Ver o Rocky 49 ao cinema?

Damn, agora estou mesmo curiosa!


03 março, 2008

dear chiclete, uma aventura no supermercado


Sábado, fiz uma visita ao supermercado. Uma visita em grande. Daquelas em que, ainda nem se chegou aos lacticínios e já o carrinho está cheio até acima e a direcção completamente desviada para a esquerda - o que faz com que eu, perante a árdua tarefa de empurrar o carro, pareça ter a força de uma folha de papel (btw, consegui atropelar-me a mim própria duas vezes).

Estava eu na fila-para-pesar-a-fruta-e-amigos, com um pimento vermelho no saquinho, quando se gerou uma bonita discussão sobre o facto de se terem estabelecido duas filas distintas, uma para cada balança, apesar de haver uma placa pendurada acima das nossas cabeças com fila única escrito. A senhora à minha frente, cujo topo da cabeça me dava pelo queixo - felicidade! - estrebuchava e dizia já ontem foi a mesma coisa! isto não está bem! isto não está nada bem! Olhe [para a última senhora da fila ao lado], fila única [enquanto apontava para a placa]! O senhor atrás de mim, que passara rapidamente para a minha fila - escusado será dizer que a fila legal e correcta era a minha - só dizia eu não quero problemas! Já me chegam os problemas que tenho! É claro que, durante todo este tempo, eles olhavam para mim, numa tentativa de me englobar na conversa. Eu, muito rapidamente, olhava ora para o tecto, ora para o balcão das maçãs. É por isto que eu adoro viver na cidade. Não há obrigação em manter confraternizações alheias ou conversas de circunstância. Pheeww! A conversa, como era de esperar, caiu no habitual e bastante conhecido tema do forte amor que o português sente pelo seu país. É por isto que não vamos a lado nenhum! É por causa de gente assim que o país está como está! e por aí fora. Felizmente, o meu pimento foi pesado e eu pude escapar para uma secção um pouco mais fria e menos íntima - o corredor dos iogurtes. Escolhi algumas variedades muito rapidamente, mas não consegui escapar à fantástica oportunidade de assistir à mãe em fúria que gritava raivosa JOANA, escolhe os iogurtes que queres levar para a escola!!!, enquanto eu contava em silêncio três, dois, um, bofetada.

Tanta raiva... O supermercado devia ser um local calmo e feliz. O supermercado é o lar dos ovos kinder gigantes! Como é que não está toda a gente FELIZ?!



02 março, 2008

A inutilidade do curso superior


Há um jovem na minha turma que se licenciou em Matemática, daqui a alguns meses será mestre em Economia e chamaram-no para trabalhar em quê?

Marketing.

Voilá! Para quê tirar um curso superior, quando a única coisa que interessa é se se é esperto ou não?! Punham o pessoal a fazer sudokus a seguir aos exames nacionais e os primeiros a acabar iam directamente exercer medicina e economia, os últimos línguas e gestão.



01 março, 2008

In awe


Isto, pura e simplesmente, não se faz.