30 janeiro, 2008

teclado andorriano sucks


Nao podia deixar de comunicar que, hoje, a meio de uma pista, comecei a cantar Shania Twain.

Need. Help. Quick.


26 janeiro, 2008

Férias




Regressamos dia 4 de Fevereiro



23 janeiro, 2008

i feel it all





20 janeiro, 2008

eu confesso!


Ao contrário da actual e mundialmente aceite corrente de pensamento humano, eu também tenho... imperfeições. Chamemo-lhes antes características-ligeiramente-menos-perfeitas. Vejamos:

- sinto um nojo imenso por caracoletas e um consequente e inevitável desejo de as pisar (eu sei que é macabro, mas acho que o crrrkkkk me proporciona um certo prazer)

- fico doente se olho para os rabos das galinhas no filme Chicken Run

- sofro da incurável doença de não conseguir provar [quase] doces nenhuns que sejam amarelos ou estejam sob a forma de pudim (como me fartei de mencionar aqui)

- não sei jogar à bola - não, não é falsa modéstia, é mesmo, mesmo verdade (da primeira [e última] vez que tentei correr e chutar a bola ao mesmo tempo, caí... numa poça de lama)

- ultimamente, tenho vindo a desenvolver preconceitos contras os chineses. Não é que sinta que eles são inferiores, nada disso. Mas já repararam como eles falam super alto? Vão na rua ao telemóvel, BLÁ BLÁ BLÁ; no corte inglês às compras (não, os chineses não consomem os produtos que vendem nas suas lojas- facto bastante compreensível - caso verídico: a minha irmã comprou há uns tempos uma maquineta numa loja deles. Ao fim de 30 segundos de utilização, morreu (a máquina)), QUELO DOIS PALES; a comunicar uns com os outros nas suas lojas, TLAZ DOIS CALEGADOLES NOKIA. E as miúdas chinesas? Andam todas em modo cordão-umbilical-não-cortado e estão constantemente aos risinhos! E não fazem nada no ginásio (pelo menos as que vão ao meu).


Pronto, é só isto.

Eu sei que o título soou meio tvi-esco, mas estava-me mesmo a apetecer viver um momento assim half-bimbo.


Make over



O dear chiclete é o novo nip/tuk.


15 janeiro, 2008

Ser-se pequeno


Ser-se pequeno é um desafio.

O desafio da prateleira mais alta

Consequência #1: levar com um iogurte na cabeça (em minha casa, os iogurtes estão na prateleira mais alta do frigorífico), quando, em bicos de pés, me estico intensamente para lá chegar, apenas para não conseguir mais do que dedilhar a garrafa (o que a faz cair, rolar e atingir-me).
Única conclusão possível: os iogurtes são maus para a saúde.

Consequência #2: estar restrita a poder comprar apenas calças e t-shirts na pepe jeans, dado que as camisolas estão na prateleira mais alta, que, ao contrário da do meu frigorífico, é mesmo inalcançável.
Única conclusão possível: o designer das lojas foi espancado por anões robustos, na sua mocidade.


O desafio de usufruir do chapéu de chuva

Consequência #1 (quando partilhado com uma pessoa não-pequena): a chuva cairá, a outra pessoa dominará o cabo do chapeú, colocá-lo-á 30 cm acima da nossa cabeça e o nosso cabelo encaracolará.
Única conclusão possível: Deus não gosta de ver as pessoas pequenas com cabelo liso.

Consequência #2 (quando fechado e transportado pela mão): um barulho horroroso soará (o cabo é feito para pessoas não-pequenas, pelo que nos é impossível transportá-lo sem raspar a ponta no chão - isto se não queremos cansar o bracinho pequeno (dado que para não raspar, é preciso flectir o braço)).
Única conclusão possível: chapéus de chuva compridos são fruto da conspiração das pessoas que nascem com membros superiores assimétricos.


O desafio de não poder andar nas montanhas russas durante a infância (e grande parte da adolescência)

Consequência: aguardar encostada a uma parede da eurodisney, enquanto o resto da nossa família se diverte no Space Mountain; sofrer durante uma hora, enquanto se escutam os relatos do tipo uau! era tão escuro! nem sequer estava à espera do looping!; arquivar memória de tristeza e raiva.
Única conclusão possível: necessidade de em todas as famílias haver um elemento de carácter obscuro e mal-disposto.



Ser-se pequeno é viver-se no limite. Rock on, bros.


11 janeiro, 2008

Momento Irresponsável do Mês


Ontem, consegui uma proeza f-e-n-o-m-e-n-a-l. Não foi propositada. Para as pessoas responsáveis, deixo já um: acreditem, não sou parva a esse ponto. Mas a verdade é que aconteceu e eu fiquei espantada. Muito espantada. E feliz, estranhamente. E orgulhosa, também. Foi um verdadeiro feito. Irresponsável, é certo, mas invejável.

Ontem, eu...




................................




................................




................................




................................




... arranquei em terceira.




O carro estava parado!!!

Não é suposto acontecer, right? É mesmo um feito, não é? Sim? Sim? SIIIIM?!

Eu não queria fazer aquilo, a sério que não. Só que olhei para o coiso das mudanças e ele parecia estar em primeira. E eu pensei então, man, não andas? E pronto, a algum custo, ele lá conseguiu. Só depois é que reparei e... oops! Não volta a acontecer. Juro. O meu carro está no topo da pirâmide dos meus bens materiais, logo a seguir aos livros do harry e à pasta que contém as minhas fichas informativas do final dos períodos escolares desde a 1ª classe (é verdade, já aos 6 anos, eu não tinha vida social).


09 janeiro, 2008

virtual husband #3


A busca continua! ou não fosse o sonho de qualquer avó que se preze ver a sua neta casada e em casa a cozinhar. Mas, como lamentadora de alto calibre, sinto-me na obrigação de dizer que isto está difícil. Muito difícil. A busca do homem perfeito continua a ser uma odisseia verdadeiramente árdua e a resposta continua a estar, so far, exclusivamente no mundo da televisão.

Marido #3:



What's not to love?

Doh!

UPDATE:

Pronto, já me simpsonizei. Pode ser que assim o Homer largue a Marge e olhe para mim.


Agora não me macem com conversas sobre eu não publicar fotos da minha pessoa!

PS: o meu cabelo é ligeiramente menos rebelde, mas a alternativa já era pouco parecida.



07 janeiro, 2008

Questão


Estou a viver um verdadeiro problema existencial. Assim de repente até fico com vergonha de o mencionar. Ok, aqui vai. Vocês também recebem emails semanais com propaganda do Viagra, ou sou só eu? Eu juro que nunca fui um homem de 60 anos. Juro.



04 janeiro, 2008

4 de Janeiro de 0002 dc


As resoluções de ano novo foram algo que, desde muito cedo, causaram muita irritação ao dear chiclete. Ano novo, vida nova, roktxu. Toda a vida foi a mesma coisa com os cadernos, no princípio do ano lectivo. Ah, é desta que vou fazer letra bonita e passar todas as aulas direitinhas. Tanta ilusão... É um puro gastar de tempo, pensamento e tinta.
Como tal, ou não fosse o dear chiclete um ser com a mania que é diferente, tomei a liberdade de elaborar uma lista de coisas que fiz no passado e que faço questão de repetir no novo ano.

- ver family guy até me rebentarem os olhos

- continuar a amar o Stewie acima de todas as coisas (abaixo da rainha murph, que-la-ro)

- ir ao cinema ver o novo [e anual] Saw (uma saga que, ao que parece, é como a floribollas, veio para ficar)

- entrar em modo diabético na loja de doces e realizar a ocasional visita à fnac, sem dinheiro na carteira

- controlar a vontade imensa de agarrar numa metralhadora e matar a catarina furtado, que no seu Abana-te Comigo diz para a plateia coisas do seguinte género: e estão quentinhos? muito quentinhos? e querem mais?

- relembrar alguns dos momentos especiais do final do harry e rezar todos as noites a oração o Snape é um fofo antes de ir para a cama


Ano novo, vida na mesma. Oh yeah.