28 novembro, 2008

Digno de menção

A quantidade impressionante de telemóveis que duas pessoas em erasmus conseguem reunir. Crise? Por onde andas?


A quantidade de vezes que eu digo sacana do pombo!, quando, durante as minhas caminhadas diárias, sinto uma mecha de cabelo a elevar-se, perante a razia assustadora de mais um fabuloso pombo parisiense.

A quantidade de alfacinhas que se queixa porque está um gelo, em Lisboa!!! os meus bracinhos vão cair e já tive de amputar a ponta do nariz!!, quando aqui estão sempre menos dez graus do que aí! Toughen up, people!


23 novembro, 2008

Hoje nevou



20 novembro, 2008

Frustração do semestre

Encontrei finalmente uma razão lógica e irrefutável para justificar o meu não-amor por criancinhas pequenas... francesas! Os pequenos cotos ambulantes de meio metro ainda tropeçam e caem, quando têm de pôr um pé à frente do outro várias vezes seguidas, mas já possuem um nível de francês considerável.

18 novembro, 2008

faux pas

Hoje, tenho vergonha de existir.
Hoje, tenho vergonha de dizer quem sou.
Hoje, merecia ter ficado dez horas em frente à televisão a ver a Praça da Alegria com o volume no máximo!
Hoje, reparei que me esqueci do aniversário do dear chiclete!! TRÊS ANOS a encher pixeis de conversa inútil e esqueci-me de celebrar a gloriosa data! OH THE PAIN, THE PAIN!!!

Dear dear chiclete,
Eu sei que tenho de olhar para a minha vida e valorizar as coisas verdadeiramente importantes. Não volta a acontecer. Juro.





15 novembro, 2008

baaah oui


Na segunda-feira passada, um rapaz francês da minha aula deve ter achado que eu era francesa, porque me veio ladrar qualquer coisa ao ouvido. É claro que eu pus de imediato a minha cara de sobrolho franzido nº53 heim?! e disse num tom educado you'll have to speak in english.

2 meses e 4 dias e ainda não consigo perceber o francês dos menores de 30 anos.



12 novembro, 2008

Relatório


O dear chiclete encontra-se estável e em recuperação lenta. Está ainda chocado pela quantidade de pessoas que não lhe ofereceram lugar no metro/comboio, perante a clara e inegável visão de uma pobre jovem com duas pernas vermelhas extra. Agradece, no entanto, à senhora da caixa do supermercado ATAC a gentileza de ter transportado o seu saco de compras e de lhe ter dado prioridade na fila.



03 novembro, 2008

Cuba-no-longer-libre


Tropecei. Matei o meu pé. Fui ao hospital. Voltei. Mudei de quarto. Agora já não estou com o Sr. Cotão. Estou com duas novas amigas. A canadiana esquerda e a canadiana direita. São vermelhas e eu odeio-as. Estamos todas no piso 0. Não se deixem enganar, chama-se zero, mas entre a rua e o meu quarto existem 10 odiosos degraus. Há três dias que não saio de casa.

Hoje à noite, pus a cabeça fora do quarto e espreitei para o corredor. É muito mais fancy que o meu corredor anterior (o do the shining).

Recomendação para vida futura: saltar ao pé coxinho com um copo de água na mão não é boa ideia... a água cai (nota: isto foi uma descoberta pós-acidente).