1. ganhar o euromilhões
2. reformar-me
3. despedir-me (caso a 1ª não se realize e, consequentemente, a 2ª também não)
4. deixar de pensar dez vezes por hora, durante o trabalho, quem me dera estar na cama
5. deixar de acreditar que as pessoas são nicezinhas à partida - TODA a gente quer a fatia maior do bolo (ou então querem duas)
6. deixar de acreditar que andar com chapéu de chuva é para pussies e começar a chegar a casa SECA
7. deixar de deitar a língua de fora às criancinhas que vêm com os pais para o trabalho (ao que parece, não é muito educativo)
8. ir todos os dias da semana ao ginásio
9. deixar de fazer piadas ridículas como a resolução anterior
10. deixar de fazer listas
Minto. Nunca faço resoluções. Ano novo, vida IGUAL. Face it.
Felicidades
31 dezembro, 2009
24 dezembro, 2009
Porque vocês também merecem presentes de Natal

Deixo-vos um desenho e uma confissão: de vez em quando... ouço o Halo da beyoncé... três e quatro vezes seguidas.
Feliz Natal
22 dezembro, 2009
Momentos quase-felizes no trabalho
Hoje foi a bring-your-kid-to-work-tarde.
Parte gira: ver os colegas de trabalho em versão mini-me e trabalhar menos um bocadinho.
Parte má: o cheirinho a ciganito no ar e a pressão para encontrar lápis de cor e folhas brancas, antes que as crianças se desintegrassem de aborrecimento.
21 dezembro, 2009
A prova de que mesmo tudo o que é mau, tem sempre um lado bom
Se tivesse chumbado algum ano na escola , hoje estaria de férias.
09 dezembro, 2009
Razões pelas quais é difícil concentrar-me no trabalho
O som da colega a rapar exaustivamente a embalagem do iogurte até ao fim, ao ponto de ficar um minuto a bater com a colher contra as paredes do recipiente, na esperança de que haja mais um milímetrozinho cúbico que seja de iogurte, que vai ser tão pequeno, tão pequeno, tão pequeno, que desaparece ao mínimo contacto da colher com a língua e não chega sequer a ser engolido.
O som adamastoresco do meu estômago com fome, seja cedo, seja tarde, ROOOOAAAARRR!
O sempre preparado trautear do John Smith - assim que um telemóvel começa a tocar, ele acompanha a música (quer tenha letra ou não). Trinta vezes por dia you got me begging you for mercy em falseto...
O som adamastoresco do meu estômago com fome, seja cedo, seja tarde, ROOOOAAAARRR!
O sempre preparado trautear do John Smith - assim que um telemóvel começa a tocar, ele acompanha a música (quer tenha letra ou não). Trinta vezes por dia you got me begging you for mercy em falseto...
02 dezembro, 2009
Rita 101
Há uns aninhos atrás, descobri que não sou amada pelas portas automáticas. Desenvolvemos uma relação ódio-ódio. Se são de abrir e fechar, é garantido que me vou ver obrigada a esbracejar freneticamente em frente aos sensores (tal qual wacky waving inflatable arm flailing tube men), para que as portas dêem por mim. Ou então, se as apanho abertas, elas, como por vingança, fecham-se sobre mim, agredindo ombros e braços (true story).
A grande novidade são as portas giratórias (automáticas também). A moda, agora, é elas pararem de rodar no preciso instante em que estou lá dentro (i.e. só consigo sair, quando chega outra pessoa).
Depois ainda perguntam porque é que sou corrosiva...
#2
Rita tinha percebido, desde há algum tempo, que existiam certos tipos de estupidez que lhe causavam dor física. Irritava-a profundamente quando John Smith, seu colega de trabalho, numa atitude incrivelmente ridícula e causadora de choque, dizia coisas como ai, mas está tão escuro aqui, hoje! vou acender mais luzes! E, assim seguia ele, no seu passo efeminado, em direcção aos interruptores, sem lhe passar sequer pela cabeça que abrir os estores talvez fosse melhor ideia, dado que eram duas da tarde e estava uma forte luminosidade na rua.
Subscrever:
Mensagens (Atom)